sexta-feira, 19 de junho de 2009

TERAPIA COM SEMENTE DE MOSTARDA

Dor de cabeça, enjôo ou ansiedade crônica já podem ser tratados com semente de mostarda. A técnica, uma das mais procuradas, faz parte da auriculoterapia e promete um equilíbrio do corpo e da mente pela aplicação da semente na orelha do paciente.

A SEMENTE DA MOSTARDA

erta vez, quando o Buddha discursava, uma mulher de nome Kisa Gotami correu para ele em grande desespero. Em seus braços carregava seu filho. A mulher prostrou-se ao pés do Buddha: "Senhor eu vos imploro. Dê-me um remédio para meu filho!"
Contudo estava visível que a criança já estava morta. Kisa Gotami havia ficado louca de dor e desvairada carregava o cadáver da criança para onde ia, dizendo que a criança dormia, ainda doente. O Buddha ficou em compassivo silêncio por algum tempo. Em seguida ele disse:
"Se vós quereis a cura da criança eu o farei, mas com uma condição: traze-me uma semente de mostarda da cidade A semente de mostarda deve ser encontrada em uma casa na qual ninguém tenha morrido."
Kisa Gotami, imaginando que o Buddha faria um milagre, correu para a aldeia e em cada casa pedia:
“Pode me dar uma semente de mostarda para que eu a possa dar como remédio para meu filho?"
"Claro que posso" - diziam todos.
"E já morreu alguém nesta casa?" - perguntava Kisa ansiosa.
"Ah! Sim” - respondiam eles - "já morreram muitos".
Nas próximas casas ela então passou a perguntar, em prantos:
“Esta casa está livre da morte?"
"Certamente não", respondiam. "Já morreram muitos nesta casa"
Em todos os lugares a resposta era sempre a mesma. Os vivos eram poucos mas os mortos eram muitos. Então Kisa Gotami sentou-se exausta de dor e decepção, e sua mente foi se apaziguando. Ela pensou consigo mesma: "Será sempre a mesma resposta em toda casa. O Buddha sabia que seria assim”.
E ela saiu da aldeia e foi para o cemitério. Ela enterrou a criança e voltou a Buddha ajoelhando-se à sua frente, sabendo o que tinha ocorrido com a pobre mãe, ele pronunciou as seguintes palavras:
“O que é verdade para a aldeia é verdade para qualquer cidade; O destino dessas pessoas não é somente delas. E para todo o Universo, mesmo para os devas no céu, esta Verdade é definitiva: todas as coisas são impermanentes, e têm que morrer".
E então Kisa Gotami prestou-lhe homenagem e disse:
"Senhor, o trabalho da Semente de Mostarda está feito."
(Koan "A semente de mostarda", autor desconhecido)

GRIPE SUINA H1N1

"Influenza A subtipo H1N1 também conhecido como A(H1N1), é um subtipo de Influenzavirus A e a causa mais comum da influenza (gripe) em humanos. A letra H refere-se à proteína hemaglutinina e a letra N à proteína neuraminidase. Este subtipo deu origem, por mutação, a várias estirpes, incluindo a da gripe espanhola (atualmente extinta), estirpes moderadas de gripe humana, estirpes endémicas de gripe suína e várias estirpes encontradas em aves.
Variantes de H1N1 de baixa patogenicidade existem em estado selvagem, causando cerca de metade de todas as infecções por gripe em 2006.[1]
Em Abril de 2009, um surto de H1N1 matou mais de 100 pessoas no México, e pensava-se existirem mais de 1500 indivíduos infectados em todo o mundo em 26 de Abril de 2009. O Centers for Disease Control and Prevention nos Estados Unidos avisou que era possível que este surto desse origem a uma pandemia.[2]. No balanço oficial da OMS divulgado no começo da manhã de 8 de maio de 2009, que não inclui o aumento de casos na América do Norte, Europa e América Latina, o número de contaminados era de 2384, com 42 mortes "


FONTE WIKIPÉDIA

domingo, 14 de junho de 2009

FITOTERAPIA

Fitoterapia (do grego therapeia = tratamento e phyton = vegetal) é o estudo das plantas medicinais e suas aplicações na cura das doenças. Ela surgiu independentemente na maioria dos povos. Na China, surgiu por volta de 3000 a.C. quando o imperador Cho-Chin-Kei descreveu as propriedades do Ginseng e da Cânfora.
Deve-se observar que a definição de
fitoterápico, não engloba o uso popular das plantas em si, mas sim seus extratos.
Vantagens e riscos
Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, utilizadas há milhares de anos para o tratamento de doenças, através de mecanismos na maioria das vezes desconhecidos. O estudo desses mecanismos e o isolamento do
princípio ativo (a substância ou conjunto delas que é responsável pelos efeitos terapêuticos) da planta é uma das principais prioridades da farmacologia.
Enquanto o
princípio ativo não é isolado, as plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ultradiluições, ou de forma industrializada, com extrato homogêneo da planta.
Ao contrário da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco. Além do princípio ativo terapêutico, a mesma planta pode conter outras substâncias tóxicas, a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir a reação alérgica, pode haver contaminação por
agrotóxicos ou por metais pesados e interação com outras medicações, levando a danos à saúde e até predisposição para o câncer.
Além disso, todo princípio ativo terapêutico é benéfico dentro de um intervalo de quantidade - abaixo dessa quantidade, é inócuo e acima disso passa a ser tóxico. A variação de concentração do princípio ativo em chás pode ser muito grande, tornando praticamente impossível atingir a faixa terapêutica com segurança em algumas plantas aonde essa faixa é mais estreita. Na forma industrializada, o risco de contaminações pode ser reduzida através do controle de qualidade da matéria prima, mas mesmo assim a variação na concentração do princípio ativo em cápsulas pode variar até em 100%. Nas ultradiluições, como na
homeopatia, aonde não há virtualmente o princípio ativo na apresentação final, não há nenhum desses riscos anteriores, mas a eficácia desse tratamento não foi comprovada cientificamente.
À medida em que os
princípios ativos, são descobertos, os mesmos são isolados, refinados de modo a eliminar agentes tóxicos e contaminações e as doses terapêutica e tóxica são bem estabelecidas, de modo a determinar de forma precisa a faixa terapêutica e as interações desse fármaco com os demais.
No entanto, o isolamento e refino de princípios ativos também não é isento de riscos. Primeiro porque pretende substituir o conhecimento popular tradicional e livre, testado há milênios, por resultados provindos de algumas pesquisas analítico-científicas que muitas vezes são antagônicas. Segundo, porque a simples idéia de extrair princípios ativos despreza os muitos outros elementos existentes na planta que, em estado natural, mantêm suas exatas proporções. Assim sendo, o uso de fitoterápicos de laboratório poderia introduzir novos
efeitos colaterais ou adversos inesperados, devidos à ausência de sinergismo ou antagonismo parcial entre mais de um princípio ativo que apenas seriam encontrados na planta.

Exemplos de plantas medicinais
Abacateiro (Persea americana C Bauh)
Açoita-cavalo (Luehea divaricata Mart.)
[Amora] (Morus alba L)
Angico-Branco (Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan)
Angico-do-cerrado (Anadenanthera falcata (Benth.) Speg.)
Araçá (Psidium cattleianum Sabine)
Araçá-roxo (Psidium rufum DC.)
Ariticum (Rollinia sylvatica (St. Hil.) Mart.)
Ariticum-de-porco (Rollinia rugulosa Schlecht.)
Aroeira-salsa (Schinus molle L)
Aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolius Raddii)
Árvore-do-paraíso (Ailanthus altissima (Mill.) Swingle)
Babosa (Aloe vera)
Bergamoteira (Citrus spp)
Bugreiro (Lithraea brasiliensis Marchand)
Cafeeiro (Coffea arabica L.)
Cambará (Gochnatia polymorpha (Less.) Cabrera)
Canafístula (Cassia leptophylla Vogel)
Canela-guaica (Ocotea puberula (Rich.) Nees)
Canela-imbuia (Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez)
Canela-ramo (Cinnamomun zeilanicum (Breyn.) Bl.)
Canela-sassafrás (Ocotea odorifera (Vellozo) Rohwer)
Cânfora (Cinnamomun camphora (L) J Presl)
Capororocão (Myrsine umbellata Mart.)
Capororoquinha (Myrsine ferruginea (Ruiz & Pav.) Spreng.)
Carobinha (Jacaranda micrantha Cham.)
Casuarina (Casuarina equisetifolia L.)
Cataia (Drimys brasiliensis Miers)
Cerejeira (Eugenia involucrata DC.)
Cidreira-brava (Lantana fucata Lindl.)
Cocão (Erythroxylum deciduum A. St.-Hil.)
Corticeira (Erythrina falcata Benth.)
Corticeira-do-banhado (Erythrina crista-galli L.)
Cuvatã (Cupania vernalis Cambess.)
Cuvitinga (Solanum mauritianum Scop.)
Erva-mate (Ilex paraguariensis A. St.-Hil.)
Espinheira-santa (Maytenus aquifolium Mart.)
Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia (Schrad.) Planch.)
Espirradeira (Nerium oleander L.)
Ginkgo (Ginkgo biloba L.)
Guabiju (Myrcianthes pungens (O. Berg) D. Legrand)
Guabirobeira (Campomanesia xanthocarpa O. Berg.)
Guaçatunga (Casearia decandra Jacq.)
Guaçatunga-da-graúda (Casearia lasiophylla Eichler)
Guaçatunga-preta (Casearia sylvestris Sw.)
Guapuruvu (Schizolobium parahyba (Vell.) S.F. Blake)
Ingá-feijão (Inga marginata Willd.)
Ipê-amarelo (Tabebuia alba (Cham.) Sandwith)
Ipê-roxo (Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo)
Ipê-verde (Cybistax antisyphilitica (Mart.) Mart.)
Jaborandi (Piper gaudichaudianum Kunth)
Jabuticabeira (Plinia trunciflora (Berg) Kaus.)
Jurubeba-do-sul (Solanum variabile Cham.)
Leiteiro (Sapium glandulatum (Vell.) Pax)
Leiteirinho (Sebastiana brasiliensis Spreng.)
Limoeiro (Citrus limon (L.) Burm)
Liquidamba (Liquidambar styraciflua L.)
Louro (Laurus nobilis Cav.)
Magnólia-branca (Magnolia grandiflora L.)
Mamão-do-mato (Carica quercifolia (A. St.-Hil.) Hieron.)
Mamica-de-cadela (Zanthoxylum rhoifolium Lam.)
Miguel-pintado (Matayba elaeagnoides Radlk.)
Monjoleiro (Parapiptadenia rigida (Benth.) Brenan)
Paineira (Ceiba speciosa (A. St.-Hil.) Ravenna)
Pata-de-vaca (Bauhinia forficata Link)
Pau-amargo (Picramnia parvifolia Engler ex. Chart.)
Pau-de-andrade (Persea major (Nees) Kopp)
Pau-pelado (Myrcianthes gigantea (Lerg.) Lerg.)
Pessegueiro-bravo (Prunus brasiliensis (Cham. & Schlecht.) D. Dietrish)
Pinhão (Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze)
Pinhão-doce (Castanea sativa Mill.)
Pitangueira (Eugenia uniflora L.)
Quebranteira (Lantana camara L.)
Romã (Punica granatum L.)
Sete-capotes (Campomanesia guazumifolia (Cambess.) O. Berg)
Sete-sangrias (Symplocos tetrandra Mart.)
Sinamomo (Melia azedarach L.)
Tenente-josé (Aeschrion crenata Vell.)
Umbú (Phytolacca dioica L.)
Uvaia (Eugenia pyriformis Camb.)
Uvarana (Cordyline dracaenoides Kunth)
Vacum (Allophylus edulis (A. St.-Hil., Cambess. & A. Juss.) Radlk.)