terça-feira, 27 de dezembro de 2011

alguns amores são inesqueciveis


lguns amores marcam a nossa vida. O primeiro amor, amor não correspondido, paixões avassaladoras. São amores cármicos, isto é, almas que se conheceram em vidas anteriores e se reencontram na vida atual. Podem ser ou não almas gêmeas. O amor platônico fica apenas na imaginação. Amor do fã pelo ídolo, do aluno pela professora. Geralmente, são muito intensos e marcam. Os mais fortes são as paixões obsessivas.  Obsessão não é amor; é dependência. A pessoa se frustra porque não consegue ser correspondida em seus sentimentos. Dependendo do caso pode se transformar em tragédia. Amor passional.  
 Os filmes contam histórias de amor. As letras de música falam sobre amores sofridos e dor de cotovelo. Há um certo prazer em sofrer por amor. Amar intensamente traz colorido à vida, mas tenha cautela com sua imaginação. Ela pode lhe pregar peças e ilusões. O amor verdadeiro cresce na convivência e no dia-a-dia.
Relembrar um amor do passado pode ser gratificante. A gente sempre aprende com as experiências da vida. O primeiro amor é sempre inesquecível. O amor platônico pode, às vezes, ter raízes em encarnações passadas. Relembrar sim; sofrer novamente é doentio. Jamais lamente o passado e aprenda com seus erros.  


O destino aproxima seres que se amam de verdade mesmo depois de anos de separação. Minha mãe reencontrou um ex-namorado quarenta anos depois. Minha avó não permitiu o namoro, porque ambos eram muito jovens. Ela se mudou de cidade, depois se casou e nunca mais o viu. Quarenta anos depois, eles se reencontraram num baile da terceira idade. Ficaram juntos durante quatorze anos e só se separaram porque ela faleceu em 2002. Um amor que se renova após tanto tempo de afastamento pode ser predestinado.
Se você amou demais e sofreu muito, por que relembrar com insistência? Sua vida estará onde estiver seu pensamento. O momento presente é muito importante. Enquanto a gente foge para o passado não precisa lidar com as dificuldades de um amor atual.
Uma história de amor marcante deve servir como lição de vida. Se for um amor verdadeiro voltará novamente. Na linguagem do amor, não existe a palavra sempre e nunca. Não viva na ilusão! Você merece ser feliz! A vida é curta demais para prolongar um sofrimento. Seja romântico, mas com a cabeça nas estrelas e os pés no chão. 

Não consegue esquecer esse amor? Faça alguma coisa para resolver esse impasse! Converse com a pessoa ou se declare, mas mantenha a expectativa sob controle. E se prepare para ouvir um não, se for o caso. Um amor não correspondido não é o fim da sua vida. Livre-se de qualquer dependência afetiva. Se não o consegue procure ajuda terapeutica. Faça a seguinte mentalização todos os dias:

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Ecologia

 Há que reconstruir ...  
Não há quem negue a realidade preocupante que vivemos no que diz respeito ao meio ambiente. É lugar-comum a máxima de que habitamos um mundo que sofre cada dia mais para nos fornecer os recursos que julgamos carecer. A se ter por modelo a forma de progresso e de consumo do mundo dito desenvolvido, os recursos naturais que o planeta provê são insuficientes para manter a vida de boa parte dos habitantes da Terra.
Em outras palavras, é fato que a forma de vida que queremos ter não é a que podemos ter.Diante disso, há duas preocupações a se ter: uma tem a ver com o modo de vida que construímos e outro tem a ver com o que podemos fazer para reverter o rumo das coisas.Não é razoável que mantenhamos rumo desenvolvimentista que tomamos, tampouco é plausível que persigamos a todo custo o progresso e o crescimento econômico como alvos indispensáveis das civilizações contemporâneas. Mas também há que se ponderar sobre a disposição de cada um de nós em abrir mão do conforto e do bem estar que os avanços tecnológicos do mundo de hoje fornecem a cada indivíduo.
Não há como entabular um discurso cínico e, simplesmente, culpar o progresso civilizatório, sem se levar em conta como éramos há cinco ou cinqüenta séculos e como estamos hoje e como poderemos estar amanhã.Talvez o que esteja em jogo, então, seja mais profundo do que a sedução com a qual o conforto dos computadores nos lança. Talvez haja um sentido mais radical na vida que ainda não conseguimos verdadeiramente captar.
Mas que sentido é esse? Onde encontrá-lo? Como alcançá-lo?De outro lado, estão as muitas iniciativas de reversão do quadro das coisas. De forma mais direta, as muitas campanhas de conscientização que invadiram os discursos sociais nas últimas décadas. Não faltam ONGs e “filosofias” de proteção ao meio ambiente e de preservação dos recursos naturais.Mas, de modo geral (e correndo o risco de ser simplista), ou se peca pelo romantismo ingênuo ou pelo pragmatismo desencantado.Em alguns casos, chega a ser risível a postura de determinados grupos preocupados com a salvação dos ursos panda nas florestas da China! Não que os pobres animais não tenham que ser alvo da preocupação de todos, mas o problema mora num discurso despolitizado e alheio às reais conexões que levaram a tal situação. Não basta levantar uma bandeira que apele ao sentimentalismo emocionado de crianças e jovens.
É preciso mais que isso: talvez seja o tempo de compreender os problemas por suas raízes e combater os males pelas suas essências, sem falsas e descomprometidas pretensões.Noutros casos, assusta o pragmatismo de setores que vêem na natureza um arsenal de matéria prima a serviço da civilização humana.
Discursos escondidos sob a alegação de uma economia “sustentável” camuflam a idéia de que tudo deve seguir seu rumo como antes, mas com alguma preocupação ecológica de fundo (afinal os tempos pedem tal comportamento!).Se, por um lado, há um romantismo ingênuo que encanta a natureza e a torna num ente sagrado a ser venerada; de outro, há um pragmatismo demente que não enxerga realidade finita e frágil do planeta que nos abriga.Há que se reconhecer que há muita informação útil circulando sobre a questão e se aplaudir os muitos pesquisadores sérios que fizeram dessa questão um mote de seu trabalho.
Mas deve-se, também, por os pés no chão e olhar ao redor a fim de reconhecer o quão pouco temos caminhado noutra direção, que não a do romantismo ou do pragmatismo.Intuo que a saída possa estar numa refundação dos valores da civilização contemporânea. Uma verdadeira quebra de paradigmas. Para isso, há dois caminhos que julgo imprescindíveis.De um turno, uma releitura filosófica da realidade. Uma redescoberta dos fundamentos de nossa sociedade. Uma reflexão séria que olhe por trás das coisas e julgue com isenção as colunas políticas, éticas, econômicas e culturais de nossa forma de organização familiar, comunitária e social.
Se a tarefa da Filosofia é compreender os fundamentos sobre os quais nos edificamos, talvez seja o tempo de abandonar o exercício de mera repetição das lições do passado e ousar refazê-las sob a ótica da transformação. Nada que se constrói se faz sobre o nada; sempre há alicerces. Urge que se refaçam as fundações de nossa civilização.
As reformas já cumpriram seu papel: falharam!De outro turno, uma nova experiência existencial (por que não dizer religiosa?). Há em nós algo que nos transcende. Razão pela qual há que pensar sobre a domesticação promovida pelas muitas instituições dessa força intrínseca.
Vivemos um tempo em que uma nova Teologia é requerida. Uma reflexão sincera sobre a fé (e a partir dela); algo que permita ao indivíduo ser ele mesmo, sem os enquadramentos castradores das falsas instituições.Talvez esteja na hora de reconhecer que precisamos menos dos velhos saberes de sempre e abrir as portas para novas formas de enxergar o mundo.
Basta de ciência desprovida de coração e de política descomprometida com a ética. Basta de religião que não cultiva uma verdadeira espiritualidade e de filosofia que não pensa livremente sobre a vida. É tempo de reconstruir ... desde os fundamentos.   

 Ricardo Lengruber Lobosco

domingo, 11 de dezembro de 2011

PERCEBER


Aos poucos fui percebendo que nem todo abraço é de afeto .
Aos poucos fui percebendo que nem todo choro é de tristeza e de que nem todo sorriso é de alegria.
Rapidamente eu aprendi o errado e aos poucos alguém foi me ensinando o certo.
Aos poucos fui caminhando em direção à escuridão,e não sabia onde estava.
Aos poucos fui perdendo um pouco de mim através de você ,sem saber se era real.
Aos poucos fui percebendo que a pessoa de quem eu não gostava é a que queria meu bem.
Aos poucos fui percebendo que, a pessoa que estava distante é a que deveria estar perto.
Aos poucos fui percebendo que é possivel tirar forcas de um livro.(a biblia)
Aos poucos fui percebendo que meu verdadeiro amigo mora dentro de mim. 
Aos poucos fui percebendo que:
As pequenas coisas... ficam.
As pequenas palavras... marcam.
As grandes amizades... nunca morrem.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

CIRCUNCISÃO FEMININA( UM ABSURDO )


Mutilação genital feminina


No mapa as regiões em vermelho e marrom, respectivamente, são as que possuem maior incidência de MGF.
Mutilação Genital Feminina (sigla MGF), termo que descreve esse acto com maior exactidão, é vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. É uma pratica realizada em vários países principalmente da África e da Ásia, que consiste na amputação do clitóris da mulher de modo a que esta não possa sentir prazer durante o acto sexual.
Embora acredita-se que esta prática seja muçulmana, em nada está fundamentada religiosamente, tendo em vista que os hadices em que tentam conectar a prática ao Islão são fracos, sendo assim, esta prática não é adotada nos países onde a sharia é fortemente estudada.
Esta prática não tem nada em comum com a Circuncisão Masculina. Segundo essa tradição, pais bem intencionados providenciam a remoção do clitóris das suas filhas pré-adolescentes, e até mesmo dos lábios vaginais. Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clitóris.
circuncisão feminina é um termo que se associa a um determinado número de práticas incidentes sobre os genitais femininos e que tem uma origem de ordem cultural e não de ordem medicinal. É uma prática muito frequente em certas partes da África e é realizada também naPenínsula Arábica e em zonas da Ásia.
A prática da circuncisão feminina é rejeitada pela civilização ocidental. É considerada uma forma inaceitável e ilegal da modificação do corpo infligida àqueles que são demasiado novos ou inconscientes para tomar uma escolha informada. É também chamada de mutilação genital feminina. A circuncisão feminina elimina o prazer sexual feminino. A sua prática acarreta sérios riscos de saúde para a mulher, por vezes de forma permanente. No primeiro mundo a circuncisão feminina é praticada por médicos, que trabalham com anestesia. Ela foi mais aplicada no século XIX, em especial até os anos 1960 nos EUA e outros países, principalmente para diminuir clitóris ou lábios grandes. Achava-se que os órgãos grandes e muitas vezes saindo dos lábios maiores são muito feios e que tais meninas teriam uma maior tendência para tornarem-se prostitutas.

domingo, 4 de dezembro de 2011

HISTORIAS SOBRE A MÁGOA


Será que você está relatando uma história sobre a mágoa? (Fred Luskin)
 
      Se você consultar seu bando de memória, provavelmente alguns itens armazenados ali são histórias sobre a mágoa. Essas histórias descrevem as coisas dolorosas que você sofreu, mas das quais não se livrou. Você reconhece essas histórias, pois, ao contá-las, fica exasperado ou sofre uma vez mais. Você reconhece uma história sobre a mágoa quando sente alvoroço no estômago, aperto no peito ou suor nas palmas das mãos. As histórias sobre a mágoa são aquelas que você conta para seu amigo para explicar porque sua vida não está do jeito que você gostaria. São aquelas que você apresenta para justificar porque está infeliz ou com raiva.
 
      Eis um teste conciso que ajuda a identificar se a história que você conta para si e para ou outros é uma história sobre a mágoa.
 
  1. Você contou sua história mais de duas vezes para a mesma pessoa?
  2. Você reprisa os acontecimentos mais de duas vezes por dia em sua mente?
  3. Você se pega conversando com a pessoa que o fez sofrer mesmo quando essa não está presente?
  4. Você se comprometeu a relatar a história sem se perturbar e depois se pegou inesperadamente agitado?
  5. A pessoa que o fez sofrer é a personagem principal da sua história?
  6. Quando você conta a história, ela traz à sua memória outras coisas dolorosas que lhe aconteceram?
  7. A sua história enfoca principalmente sua dor e o que você perdeu?
  8. Há um vilão em sua história?
  9. Você se comprometeu a não voltar a contar sua história e depois quebrou sua promessa?
  10. Você procura outras pessoas com problemas semelhantes para contar sua história?
  11. Sua história continua a mesma ao longo do tempo?
  12. Você conferiu os detalhes de sua história?
 
            Se você respondeu afirmativamente a cinco ou mais das primeiras onze questões e/ou negativamente a questão 12, há uma boa chance de você estar relatando uma história sobre a mágoa. Neste caso, não perca a esperança. É tão fácil criar uma história sobre a mágoa quanto modificá-la.
(Retirado do livro "O Poder do Perdão" - Fred Luskin)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

"A FELICIDADE É UMA VIAGEM E NÃO UM DESTINO "

Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. aí sim, a vida de verdade começaria.

Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 kg; até que você ganhe 5 kg; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra; e decida que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo...
Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino.
Henfil

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

SENTIMENTOS

tualmente o termo sentimento é também muito usado para designar uma disposição mental, ou de propósito, de uma pessoa para outra ou para algo. Os sentimentos assim, seriam ações decorrentes de decisões tomadas por uma pessoa.
Por exemplo, o amor não é o conjunto de emoções (sensações corporais) que a pessoa sente por outra ou algo, mas o ato de sempre decidir pelo bem ou a favor de outrem ou algo, independente das circunstâncias. As sensações físicas sentidas surgem como conseqüência da decisão de amar. Este sentimento é chamado por muitos estudiosos como ágape, ou amor ágape. Já as sensações que a atração física que uma pessoa sente por outra produzem em alguém, não podem ser chamadas de amor, ou de algum tipo de sentimento, mas apenas emoções (sensações corporais), conseqüentes do instinto que levou essa pessoa a sentir atração física pela outra.
Nesta concepção, um sentimento é uma decisão (disposição mental) que alguém toma em sua mente, ou alma, ou espírito, a respeito de outrem ou algo. Por este conceito, toda e qualquer palavra que denota emoções quando usada, pode ser classificada como sentimento quando se refere a algo que podemos ou não escolher fazer (se é um ato pode-se cometê-lo ou não, não é um instinto fora do controle da consciência) ou seja, que possua uma forma verbal. Exemplos:
  • Amor - Amar (pode-se ou não cometer o ato de amar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • Ódio - Odiar (pode-se ou não cometer o ato de odiar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • Alegria - Alegrar (pode-se ou não cometer o ato de alegrar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • Tristeza - Entristecer (pode-se ou não cometer o ato de entristecer, a si mesmo, a outrem ou a algo);
  • e outros...
Estes sentimentos (estas decições ou disposições mentais) porém, vão promover emoções no corpo que, estas sim, serão sentidas. Por isso, uma pessoa que ama outra, por haver tomado essa decisão de amar essa outra, mesmo depois de sofrer algum mal cometido pela pessoa amada, pode continuar amando-a, muitas vezes sem entender como pode amar ao mesmo tempo que sente a emoção característica do momento da ira, ou da dor da traição, ou alguma outra emoção que, racionalmente, poderia conduzir a pessoa que ama a querer deixar de amar.
Um problema que pode confundir o entendimento nesta concepção do que é sentimento, é o fato de que, geralmente, os nomes usados pra se referir a um sentimento, também são os mesmos usados pra se referir às emoções mais características destes mesmos sentimentos.

continução " SENTIMENTOS "

Abraham Maslow, professor de Harvard, comentou que todos os seres humanos nascem com um senso inato de valores pessoais positivos e negativos. Somos atraídos por valores pessoais positivos tais como justiça, honestidade, verdade, beleza, humor, vigor, poder (mas não poder abusivo), ordem (mas não preciosismo ou perfeccionismo), inteligência (mas não convencimento ou arrogância). Da mesma forma, somos repelidos por injustiça, morbidez, feiúra, fraqueza, falsidade, engano, caos etc. Maslow também declara que valores pessoais positivos são definíveis somente em termos de todos os outros valores pessoais positivos - em outras palavras, não podemos maximizar qualquer virtude e deixar que ela contenha quaisquer valores pessoais negativos sem repulsa.
Por exemplo, a beleza que está associada com o engano se torna repulsiva. A justiça associada com a crueldade é repulsiva. Esta capacidade inata de sentir atração ou repulsão é o fundamento damoralidade - em outras palavras, sentimentos bem entendidos formam a capacidade interior com a qual nascemos para chegar ao que pensamos ser bom/mau e certo/errado.
Este ponto de vista contrasta agudamente com alguns ensinamentos extremistas de algumas religiões e ideais políticos, que querem estabelecer o que é moral - que os humanos nascem num vácuo moral e que é somente a autoridade quem pode dizer aos seres humanos o que é certo e errado. A exploração extremista dos sentimentos aumenta na medida em que os sentimentos não são apenas distingüidos, mas mesmo separados do pensamento crítico.
Algumas religiões, entretanto (algumas correntes atuais do cristianismo), acreditam que o ser humano nasce com princípios morais a ele inatos, e nele colocados por Deus. E que a "imagem e semelhança" ao Deus criador, citada no livro de Gênesis da Bíblia cristã, se referiria na verdade à imagem e semelhança moral a esse Deus criador, e não à aparência física do Deus cristão. Chegando a uma conclusão próxima à de Abraham Maslow, porém não científica.

Sentimentos

, de forma genérica, são informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam. Por exemplo, medo é uma informação de que há risco, ameaça ou perigo direto para o próprio ser ou para interesses correlatos.
empatia é informação sobre os sentimentos dos outros. Esta informação não resulta necessariamente na mesma reação entre os receptores, mas varia, dependendo da competência em lidar com a situação, e como isso se relaciona com experiências passadas e outros fatores.
sistema límbico é a parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções. A medicinabiologiafilosofia e apsicologia estudam o sentimento humano.




segunda-feira, 7 de novembro de 2011

DESEJO

Em filosofia, o desejo é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente oureprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.
Tradicionalmente, o desejo pressupõe carênciaindigência. Um ser que não caressesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos.

Metafísica

O desejo é um tipo de sentimento. Isso significa que ele faz parte do sujeitoagente ou pessoa, sem fazer parte do mundo, a não ser na medida em que a pessoa faz parte do mundo. O desejo é uma atitude mental do sujeito em relação ao mundo (ver abaixo a seção 'Epistemologia'). É subjetivo, não objetivo.

Epistemologia

O desejo é um tipo de sentimento. Isso significa que temos acesso imediato e não-inferencial ao mesmo. Ainda assim, estamos sujeitos ao auto-engano e outras falhas relacionadas aoautoconhecimento na exteriorização dos nossos desejos.
Em epistemologia, desejo é um tipo de atitude mental. Os desejos podem ser atitudes mentaisproposicionais ou acusativas. Quando se apresenta como atitude proposicional, trata-se de um desejoque certo estado de coisas se dê no mundo. Quando se trata de uma atitude acusativa, trata-se do desejo de certa coisa ou objeto.
Fonte wikipédia




PSICÓLOGO

http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=12126050146461809355&mt=os&bid=14687107802294698409

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Não Diga o Meu Espelho que Envelheço


Não diga o meu espelho que envelheço, 
se a juventude e tu têm igual data, 
mas se os sulcos do tempo em ti conheço 
então devo expiar no que me mata. 
Tanta beleza te recobre e deu 
tais galas a vestir a meu coração, 
que vive no teu peito e o teu no meu. 
Mais velho do que tu serei então? 
Portanto, meu amor, cuida de ti 
como eu, não por mim, por ti somente 
te cuido o coração, que guardo aqui 
como à criança a ama diligente. 
    Não contes com o teu se o meu morrer. 
    Deste-me o teu e o não vou devolver. 

William Shakespeare, in "Sonetos (22)"

domingo, 23 de outubro de 2011

Você dá demais e recebe de menos?


 



Vive com aquela sensação de que está sempre disponível quando precisam de você, sempre dá atenção, oferece sua ajuda, é bacana, mas... quando é você quem precisa de algo, dificilmente encontra reciprocidade?

E nos relacionamentos, então? Parece que é sempre você quem tem de ir atrás, procurar, agradar, tentar marcar algo? E fica a impressão de que se você não fizer nada, não ligar, nada vai acontecer?

Em primeiro lugar, é bom esclarecer que não existe um aparelho para medir quem faz mais numa relação. Aliás, a intenção nem deve ser esta, já que não se trata de competição e, sim, de entrega, cumplicidade, vontade! Depois, vale lembrar também que o objetivo não é igualar comportamentos ou maneiras de se envolver. Cada um tem seu jeito e se doa de um modo particular. São essas diferenças que, em geral, muito enriquecem a relação.

Em última instância, não se trata de exigir garantia de retorno ou, como se diz no popular, "só fazer por interesse". No entanto, a questão é: se você vive fazendo, doando e se oferecendo para sustentar a relação, vai chegar uma hora em que essa dinâmica vai pesar. E você vai se sentir cansado, exausto, com a sensação de que está carregando sozinho o que deveria ser carregado a dois. É evidente que há um desequilíbrio aí!

Bom, este deve ser considerado um momento fantástico: aquele em que você se sente incomodado, frustrado e decide que não quer mais! Que assim não dá! É hora de mudar, fazer diferente! E preciso explicar sobre fazer diferente porque, por incrível que pareça, tem gente que deseja obter novos resultados e, ainda assim, continua tendo as mesmas atitudes de antes. Ou seja, ela mesma não muda, mas quer que os acontecimentos mudem!

Isso significa que de nada vai adiantar você ficar cobrando uma postura diferente das pessoas com quem se relaciona, seja no trabalho, com os amigos ou com a pessoa amada. Se você não está satisfeito com os resultados que vem obtendo com essas pessoas, mude você. Seja diferente você! Até porque, no final das contas, mudar a si mesmo é a única mudança possível. Ninguém muda o outro!

Um ótimo começo é ganhar consciência de seus atos, de suas escolhas e do modo como você se comporta em suas relações. Muito provavelmente, se o outro não se mexe, é porque você se mexe antes, se mexe muito, se mexe rápido demais. Se o outro está acomodado, só no "venha a nós", certamente você está se precipitando e o deixando mal acostumado.

O exercício é o seguinte: a partir de agora, você vai observar seu próprio comportamento e não vai oferecer, fazer ou ajudar ninguém sem que seja solicitado. Nada de tentar ser o queridinho, o indispensável, o faz-tudo. Fique quietinho e espere ser chamado. E, ainda assim, preste atenção! Quando alguém te pedir algo, antes de dizer rapidamente que "sim, claro", questione-se: você quer realmente fazer isso? Pode fazer? Tem tempo? Se houver qualquer dificuldade ou falta de vontade de sua parte, respeite-se... e diga que sente muito, mas que desta vez não vai poder ajudar.

A ideia é aprender a valorizar a si mesmo, aprender a respeitar suas vontades e, antes, aprender a reconhecê-las. É ganhar consciência de si e de seu lugar no mundo e nas relações. É perceber o quanto você é bacana e merece ser bem tratado, assim como muito bem trata quem você ama.

E lembre-se: quando sua ajuda é fácil demais, simples demais, sempre disponível, a tendência é que pareça ao outro, mesmo não sendo proposital, exatamente assim: fácil, simples e aos montes. Mais ou menos como a lei da oferta e da procura: se tem muito, é barato e, em alguns casos, até desvalorizado; se tem pouco, é caro, é valioso. Eu partiria do princípio de que você, meu caro, tem valor! E você?





ETRAÍDO DO SITE SOMOS TODOS UM
 Rosana Braga ::

domingo, 16 de outubro de 2011

PSICOSSOMÁTICA E FLORAL


O que vem a ser psicossomática?
A palavra psicossomática tem origem grega e significa: psyche = alma, soma = corpo. A alma do corpo, não existe corpo sem alma e não existe alma sem corpo.
É a compreensão do homem como um ser único onde mente e corpo são indivisíveis. Este termo foi utilizado na literatura médica pela primeira vez em 1922.
A visão de corpo e mente interligados remonta há 4500 anos atrás. O Imperador Amarelo da China compreendia que a mente e o corpo são elementos inter-relacionados.
Cinco séculos antes de Cristo, Hipócrates postulou que para ocorrer à cura seria necessário o conhecimento da totalidade das coisas. Já no século XVI, Martin Lutero declarou que pensamentos soturnos acarretavam males físicos e que quando a alma está oprimida, o mesmo ocorre com o corpo. Durante o século XIX o médico francês Pierre Cabanis expôs o conceito segundo o qual paixões fortes resultariam em conseqüências patológicas sobre o corpo. Começa a compreensão do papel das emoções no desenvolvimento das doenças.
Cada emoção a que o homem é submetido inclusive às reações causadas por filmes, é uma acontecimento físico, que reflete alterando o equilíbrio endócrino e conseqüente o fluxo sangüíneo, a pressão, respiração, a temperatura da pele e o processo digestivo. A psique é capaz de desencadear uma secreção excessiva dos hormônios, sofrendo alterações na química corpórea e produzindo processo patológico – doença.
Muitas fontes de tensão têm origem externa e todas as doenças são de origem psicossomática, pois não existe uma divisão entre doença emocional e doença física, todas representam um homem que está doente. Não é só o coração ou o pulmão que fica doente, o homem fica doente como um todo. Então se a emoção faz parte do corpo e a doença é sua representação no corpo, entendemos que o homem é um ser psicossomático onde corpo e mente fazem parte de um todo e não adoecem sozinhos e sim em conjunto.
O conceito de saúde e doença é singular, refere-se a um estado do indivíduo e não ao órgão ou partes do corpo como hoje é abordado. Toda doença possui um significado e compreendê-lo é que faz a diferença no processo de cura. De modo análogo a doença oferece tanto um desafio como a oportunidade de descobrir e entender o problema latente, enquanto isso não ocorrer o desafio continuará a existir tornando-se um problema ou doença crônica, pois quanto maior a resistência em entender a questão que leva a doença maior será a doença, pois a consciência apresenta informações que se manifestam no corpo e o corpo expressa a informação da consciência na forma de doenças. Tornando imprescindível a compreensão da simbologia da doença.
Um pequeno exemplo desta simbologia pode ser visto abaixo:
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DIABETES: Tristeza profunda.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

No intuito de solucionar essas questões surgiu a terapia floral.
A terapia floral nasceu na década de 30 pelas mãos de um médico que se encontrava insatisfeito com a medicina ortodoxa e seus métodos de cura, que se ocupavam dos efeitos da doença e não das causas. Na visão de Bach, o que causava as desordens físicas nas pessoas não eram as doenças e sim a condição psicológica. A doença tem origem nas emoções e que os sentimentos reprimidos emergem primeiro como conflitos mentais e depois como doença física. Ele diagnosticou que as doenças reais e básicas do homem advêm de certos defeitos como o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoísmo, a ignorância, a instabilidade, a ambição. Tais defeitos é que constituem a verdadeira doença, e a continuidade desses defeitos é que ocasiona a doença.  Em 1930 descobriu que possuía sensibilidade que lhe permitia sentir as energias transmitidas pelas flores apenas colocando na boca as gotas que o orvalho deixava sobre elas, ao mesmo tempo constatou que algumas flores eram capazes de provocar sentimentos negativos e outras tinham a propriedade de anulá-los.
Entre 1930 e 1934 Bach identificou 38 essências tanto nas flores silvestres, nas árvores do campo quanto numa nascente e escreveu os fundamentos dos remédios florais como um método simples e natural de cura que atua sobre as causas e não sobre os efeitos, corrigindo o desequilíbrio emocional e promovendo a recuperação do padrão de saúde. As essências florais são extratos líquidos naturais que não utilizam o material físico da planta e sim a energia que se encontra dentro da flor, trazendo em seu conteúdo o registro do padrão de uma ou mais manifestações da consciência originária da natureza que em ressonância com o campo da consciência do homem age como catalisador ativando processos de transformação, despertando talentos e potenciais.
Trazendo do inconsciente para o consciente o material recalcado ou reprimido, permite a conscientização dos mecanismos utilizados no decorrer da vida e equilíbrio emocional para que o homem possa realizar escolhas saudáveis e ser o responsável por elas. Equilibra as emoções operando em nível vibratório sutil harmonizando o homem no meio e ajudando no tratamento do mal físico trazendo consciência do mundo interior e exterior e equilibrando-os.
Transformando o paradigma comportamental irá libertar os fardos do passado, as idéias obsoletas, os pré-conceitos inúteis, os obstáculos criados pelo próprio homem, seus medos, angústias, dúvidas, hesitações e ansiedades, promovendo a cura e um novo padrão de saúde.
Conclui-se que a doença e a saúde é um conceito que se refere a um estado do homem. O corpo nunca está só doente ou saudável, nele são expressas as informações da consciência. Quando o corpo adoece isso ocorre no nível da consciência e é mostrado no corpo, que é a concretização da consciência. Então quando a consciência se desequilibra o fato torna-se visível na forma de sintomas corporais que informa que algo está faltando na consciência.  Nesse caso, a terapia floral irá trabalhar essa consciência no intuito de trazer o equilíbrio para o corpo.
extraido de :
Carmen Souza
Psicanalista e Terapeuta Floral '