sábado, 11 de maio de 2013

A SALSA


A salsa não é só um bom tempero na cozinha! Ela é rica em vitaminas A, B1, B2, C e D, desintoxica o organismo, controla a pressão arterial e colabora com o bom funcionamento cardiovascular.
Uma ótima opção de consumo é o chá de salsa, que é diurético, relaxante, digestivo, ajuda a melhorar infeções urinárias, evita a retenção de líquidos e ajuda a limpar os rins.
Para o organismo funcionar bem, a saúde do rim precisa estar em dia. Ele é responsável por filtrar uma média de 180 litros de sangue diariamente, ou seja, ajuda a eliminar pela urina todas as substâncias prejudiciais à saúde.
Anote a receita:
Lave e pique um maço de salsa e ferva em 1 litro de água por 10 minutos. Deixe esfriar, coe e guarde em uma jarra na geladeira. Beba 1 copo por dia durante 10 dias.
Gestantes devem evitar a bebida, pois a salsa tem apiol, que estimula contrações uterinas e pode induzir o parto. Se houver dúvida, o melhor é procurar a orientação do médico!

segunda-feira, 6 de maio de 2013


A glândula pineal está situada na parte posterior do cérebro. Ela tem cinco milímetros de diâmetro. Está rodeada de uma fina areia muito importante*.
A glândula pineal é um pequeno tecido vermelho-acinzentado e está intimamente relacionada com os órgãos sexuais. Segrega certos hormônios que regulam todo o progresso, evolução e desenvolvimento dos órgãos sexuais.
A ciência oficial assegura que depois que esses hormônios alcançam seu objetivo, o total desenvolvimento dos órgãos sexuais, então degenera em um tecido fibroso que já não é capaz de segregar hormônios. Descartes assegurava que essa glândula é o assento da alma. Os orientais afirmam que esta glândula é um terceiro olho atrofiado.
Quando a ciência médica do mundo ocidental descobriu que esta glândula é tão somente um pequeno tecido vermelho-acinzentado situado na parte posterior do cérebro, rechaçou a afirmação de Descartes e dos orientais. Melhor teria sido não se fixar em dogmas científicos e estudar todos os conceitos de forma eclética e didática.
Os yogues da Índia asseguram que a glândula pineal é a janela de Brahma, o Olho de Diamante, o olho da polivalência, mediante um treinamento especial, nos dá a percepção do ultra. A ciência ocidental não é completa se não estudar também a ciência oriental. Necessitamos de uma cultura integral, total.
O microscópio nos permitiu perceber objetivamente o infinitamente pequeno. O telescópio nos permitiu ver o infinitamente grande. Se a glândula pineal nos permite ver o ultra de todas as coisas deveríamos estudar a yoga oriental e desenvolver essa maravilhosa glândula.
Os yogues da Índia têm práticas com as quais se pode obter um superfuncionamento especial da glândula pineal. Então percebemos o ultra. Negar essas afirmações da yoga oriental não é científico. É necessário estudá-la e analisá-la. Os sábios orientais dizem que da potência sexual depende a potência da glândula pineal. Agora poderemos explicar as bases científicas da castidade.
Não há dúvida que todos os grandes videntes bíblicos foram grandes pinealistas. A castidade científica, combinada com certas práticas, os permitiu ver o ultra da natureza. Os gnósticos dizemos que na glândula pineal está o átomo do Espírito Santo. Os orientais afirmam que na glândula pineal se acha o lótus de mil pétalas. Não há dúvida que essa é a Coroa dos Santos.
Os homens de gênio têm a glândula pineal muito desenvolvida. Nos cretinos descobriu-se que ela se encontra atrofiada. Os grandes fenômenos de fascinação de massas, tão comuns na Índia, só são possíveis quando o Faquir autêntico tem a glândula pineal cheia de grande vigor.
As secreções das glândulas endócrinas são absorvidas diretamente pelo sangue, o qual leva todas essas secreções a outros órgãos ou glândulas, que, então, se vêem impulsionadas a um maior esforço, a um trabalho mais intenso. A palavra Hormônio vem de uma palavra grega que significa “Excitar”. Realmente, os hormônios têm o poder de excitar todo o organismo e obrigá-lo a trabalhar.
As secreções das glândulas endócrinas influem também sobre a mente. Agora explicamos porque os hindustânicos se dedicam a controlar a mente. Por meio dela podemos regular nossas funções hormonais. Alguns sábios hindustânicos têm permanecido enterrados durante muitos meses sem morrer. A biologia não pode permanecer indiferente a esses fatos. Os biólogos necessitam investigar todas as maravilhas e feitos desses sábios.
O senhor Immanuel Kant admite um nisus formativus para o nosso corpo físico. Os sábios orientais creem que esse “nisus formativus” é um corpo fluídico que está em contato com o sistema nervoso grande simpático e com o sistema nervoso líquido.
Não há dúvida de que o corpo fluídico é o resultado do corpo astral dos médicos medievais. Dentro do corpo astral está a mente humana e todos aqueles princípios puramente anímicos.
Os sentidos desse corpo astral parecem dimanar como flores de lótus originário do âmago das glândulas endócrinas. Aquele lótus de mil pétalas, mencionado pelos yogues da Índia, é um sentido anímico do corpo astral. O desenvolvimento especial da glândula pineal nos permite perceber o corpo astral e seus sentidos anímicos.
A ciência médica joga com a mecânica dos fenômenos, mas não conhece o fundo vital. Com o desenvolvimento especial da glândula pineal nos será permitido ver o fundo vital.
Uma das práticas para o despertar dessa glândula, é a pronúncia do mantra I.
*Essa areia muito fina a qual o VM Samael se refere são os “cristais de apatita”, grandes condutores de correntes elétricas e cósmicas.

domingo, 5 de maio de 2013


A ORIGEM DO EGO.



Nietzsche, em sua obra Assim Falava Zaratustra, enfatiza a ideia do Super-Homem. Ainda lembro das frases de Nietzsche: “O homem é para o Super-Homem o que o animal é para o homem, uma dolorosa vergonha, uma gargalhada, um sarcasmo e nada mais”. Porém, acaso Nietzsche era Super-Homem? Por certo, o Super-Homem de Nietzsche serviu de basamento místico à Alemanha nazista, para a Segunda Guerra Mundial (vejam vocês quão equivocado Nietzsche andava). Se ainda não existe o homem, menos ainda o Super-Homem.
Realmente, o único que existe atualmente não é o homem, senão o mamífero intelectual equivocadamente chamado homem. Creio que esse título, o de homem, é um chapéu que nos fica demasiadamente grande. Se não podemos governar a nós mesmos, muito menos podemos governar a Natureza.
Se o homem não é rei de si mesmo, então rei do que ele será? Poderia, acaso, ser rei da Natureza? Desde que se diz homem, entende-se por rei; e se não é rei, não é homem. Então, concluamos dizendo que o que existe atualmente é o mamífero intelectual equivocadamente chamado homem, e isso é diferente.
Se aprofundamos dentro do si mesmo, o que descobriremos? Órgãos, sim, eles formam parte do organismo humano, e por trás de todo organismo, o que há? O Lingam Sarira, constestam os hindustanis, Isso é certo, mas o que é o Lingam Sarira? O Corpo Vital, o assento de todos os nossos fenômenos fisiológicos, biológicos, químicos etc.
Mais além desse Corpo Vital, o que existe é o Ego, o Eu, o Si Mesmo. E que coisa é o Ego? Uma soma de agregados psicológicos: ira, cobiça, luxúria, preguiça, inveja, orgulho, gula e muitíssimos outros defeitos mais. Certamente, ainda que tivéssemos palato de aço e mil línguas para falar, não conseguiríamos enumerar todos os defeitos que levamos dentro.
Estes têm personificações, os agregados psicológicos possuem figuras animalescas. Que clarividente se atreveria a negar esse ponto fundamental?
Assim, pois, meus caros irmãos, chegou a hora da reflexão. Além da morte, o que é que existe? O que continua? O Ego! E é, por acaso, o Ego uma beleza? Não, eu já o disse, é uma soma de agregados psíquicos, e dentro desees agregados psíquicos está esfrascada a Conciencia, a Esencia. Em linguagem rigosamente alquímica, diríamos: o sal incorpóreo, não inflamable e perfeito. Ele é precisamente o fator diretriz de toda a nossa psique, o fator básico, para falar mais claro.
Desgraçadamente, está engarrafada, está embutida dentro dessas figuras animalescas do Ego, entre todos esses agregados inumanos que possuímos em nosso interior. Assim enfrascada, é óbvio que se processa em virtude de seu propio condicionamento, e isto é lamentável: dorme profundamente.
Quero que vocês compreendam, meus caros irmãos, quero que entendam profundamente, o que é o Ego. Quero que saibam qual é sua origem. Quero que o dissolvam radicalmente. Ouçam-me bem.
No Amanhecer da Vida, além da época do antigo continente Um, situado no Oceano Pacífico, os animais intelectuais receberam, desafortunadamente, o Abominável Órgão Kundartiguador. Falou-se muito da Kundalini, mas, quão pouco se falou de sua antítese, o Abominável Órgão Kundartiguador.
É claro que por aquela antiga idade, a capa geológica do mundo não tinha estabilidade permanente. Incessantes terremotos e terríveis maremotos convulsionavam nosso planeta, foi então quando certo indivíduo sagrado, acompanhado por uma altíssima comissão, veio à Terra em uma nave cósmica. Depois de aquela comitiva sacra haver estudado o problema dos cataclismos, resolveu dar à Humanidade o antes dito Órgão, com o propósito de resolver o problema geológico.
Vocês me dirão: “E o que tem a ver essa questão dos tremores de terra e os maremotos com o Órgão Kundartiguador e o organismo humano?” Muito, meus queridos irmãos, muito! Tenham-se em conta que cada corpo ohumano é uma máquina extraordinaria, que capta as energias que descem do Megalocosmo e que as transforma maravilhosamente, para retransmiti-la automáticamente ao interior do organismo terrestre, às capas inferiores da Natureza, da Terra.
A Humanidade é um órgão do planeta Terra, é um órgão da Natureza, mediante o qual se transformam energias que vêm a ser básicas para a economia do mundo Terra. Inquestionavelmente, ao se fazer qualquer alteração na máquina humana, produzem-se, indubitablemente, modificações substanciais de energias, e ao serem estas retransmitidas às capas anteriores de nosso mundo, já modificadas, podem influir sobre a estabilidade da superfície geológica.
Ao dar, pois, à Humanidade o Abominable Órgão Kundartiguador, é claro, é óbvio, é ostensível, que as energias foram modificadas de forma tal que ao serem retransmitidas ao interior da Terra, exerceriam sobre a capa geológica um processo que teria como fim a estabilidade da mesma.
Pois vejam o importante que é a máquina humana, não é verdade? O Abominável Órgão Kundartiguador é a famosa cauda do Satã bíblico, que chegou a se cristalizar. Sim, é óbvio que o fogo sagrado projetado do cóccix até os infernos do homem se converteu na cauda de Satã (e tomando forma física, apareceu como a cauda dos símios).
Que houve uma época em que a Humanidade possuiu cauda é verdade, é certo, porém isso não quer dizer que nós venhamos dos símios, dos macacos, não! Ao contrário, eles vieram de nós, são degenerações da espécie humana, resultaram da mescla do animal intelectual com algumas espécies bestiais da Natureza.
Muito mais tarde no tempo (e eis aí o interessante), outra altíssima comissão resolveu arrancar da Humanidade o Abominável Órgão Kundartiguador. Já não era mais necessário, a capa fisiológica de nosso mundo havia se estabilizado. Desafortunadamente, a Humanidade ao perder tal Órgão, ficaram em nós as más consequências do mesmo, e essas más consequências se acomodaram nos cinco cilindros da máquina orgânica.
Tais cilindros são: primeiro, o Centro Intelectual; segundo, o Centro Emocional; terceiro, o Centro Motor ou do Movimento; quarto, o Centro Instintivo; e quinto, o Centro Sexual.
Acumuladas as más consequências do Abominável Órgão Kundartiguador, dentro dos cinco cilindros da máquina, formou-se em nosso interior uma natureza inumana e terrivelmente bestial. As citadas consequências do Abominável Órgão Kundartiguador constituem-se no mim mesmo, no si mesmo, no Ego, no Eu. É claro, é indubitável, que a Conciência, ou seja, a Essência primigênia, falando em linguagem alquimista, o Sal puríssimo, incorpóreo, oncombustível, sublime, ficou, digamos, enfrascada, encarcerada, embutida dentro dessa segunda natureza inumana.
O cavalo alado Pégaso e o Unicórnio são símbolos da Essência Divina livre do Ego
Desde então, ficamos com duas naturezas: uma, esta externa que temos, e outra, interna, de abominação. O que fazer? Como fazer? Desafortunadamente, meus queridos irmãos, conforme os tempos foram se passando, a Consciência embutida aí, foi dormindo pouco a pouco e perdeu os poderes que antes possuíra, esses poderes com os quais podíamos manejar o fogo que flameja, o furacão que ruge, as águas puríssimas da vida universal e a perfumada terra.
Em outros tempos, quando o Abominável Órgão Kundartiguador não havia aparecido em nós, podíamos perceber um terço de todas as tonalidades de cor existentes no Cosmo infinito. Quero dizer a vocês, em nome da Verdade, e ponham muito cuidado, que existem cerca de 2 milhões de tonalidades de cor, e isso é verdade. Hoje, o ser humano dificilmente podoe perceber as sete cores básicas do prisma solar.
Naquela antiga idade, nesses tempos em que os rios puros de água manavam leite e mel, tudo era diferente, então os serees humanos levantavam a vista para o espaço e percebiam a aura dos mundos e dos Gênios Planetários e das humanidades que os povoam e os grandes hierofantes da antiga Arcádia, os Filhos da Manhã. Podiam claramente ver no Akasha puro os mundos que haviam existido em passados Mahavântaras e aqueles que haveriam de existir em um futuro. Assim era a Humanidade em outros tempos.
Os ouvidos de cada ser humano percebiam as místicas vibrações niorissianas do Universo, falavam com os Deuses inefáveis e sabiam escutar as sinfonias que sustentam o Universo, firme em sua marcha.
Desafortunadamente, a involução foi precipitando os seres humanos pelo caminho da degeneração; as faculdades foram se atrofiando e com o tempo se perderam, lamentavelmente. Depois da segunda catástrofe transapalniana que mudou completamente a capa geológica de nosso mundo (com a submersão do velho continente atlante), precipitou-se a involução degenerativa humana. As faculdades foram se atrofiando lamentavelmente, e, por último, a Kali Yuga, iniciada pela cultura greco-romana, nos trouxe ao estado em que nos encontramos atualmente.
Em outros tempos, antes da Kali Yuga, antes tivesse nascido a civilização greco-romana, iniciadora desta Idade Negra, existia o pensamento objetivo, a mente objetiva. Façamos uma plena distinção entre o que é mente objetiva e o que é mente subjetiva. Entenda-se por mente subjetiva aquela que somente se fundamente nas percepções sensoriais externas.
Muitos pescadores vindos de outras terras da antiga Grécia lhes deu para brincar com a palavra, por fazer silogismos, prosilogismos, isilogismos etc. O jogo das palavras ficou muito simpático, serviu para matar o ócio. Com o tempo, surgiu aí a associação meramente intelectiva, fundamentada nas percepções sensoriais externas (sistema racional deficiente que exclui os intuitos, o sistema racional meramente associativo desligado de todo processo da Consciência). Assim, muitas áreas do cérebro se atrofiaram lamentavelmente.
Desafortunadamente, os gregos cometeram o erro de expandir seu sistema racional por toda a face da terra e isso conduziu ao raciocínio subjetivo mundial.
Hoje, o cérebro humano já não trabalha completamente. Bem sabem os cientistas que nem todas as áreas do cérebro funcionam atualmente (produto, disso, da associação meramente subjetiva). Foi assim, meus caros irmãos, como a mente humana se degenerou, como o cérebro humano se atrofiou, se converteu no que atualmente é.
Pensemos, agora, nos romanos, pois eles, juntamente com os gregos, iniciaram a idade negra que estamos vivendo, a Kali Yuga. A diferença com os gregos é que aqueles [os romanos] em vez de brincar com a palavra, deram-se a brincar com o sexo. Vagabundos da antiga Roma se entregaram à orgia, aos bacanais e até os exportaram mundialmente. Foi assim com se veio a perder definitivamente a vergonha orgânica, surgiram os prostíbulos por todo lugar e a humanidade se precipitou pelo caminho do infrassexo.
Hoje, vejamos o estado em que nos encontramos, degeneração sexual em grande escala e faiscante intelecto.  Os velhacos do intelecto são terrivelmente luxuriosos, a luxúria e o intelectualismo (baseado, este último, nas meras associações racionais de tipo subjetivo) brilham por todo lugar, manifestam-se aqui, ali e acolá, e por todas as partes.
O Ego tomou proporções gigantescas, cada um de nós realmente leva por dentro todos os fatores que produzem guerras, amarguras, sofrimentos. Necessitamos nos libertar do estado em que nos encontramos. Todas as faculdades humanas se degeneraram, repito, lamentavelmente tudo se perdeu. Sobra-nos somente um fator que pode servir para nossa salvação. Quero me referir enfaticamente à Essência, a qual, como já disse, está engarrafada dentro do Ego. É óbvio que dentro dela estão os dados que necessitamos para nos guiar pelo Caminho que haverá de nos conduzir à Liberação Final. Na Essência, na consciência, estão também as Partículas de Dor do Omnicósmico, ou seja, de nosso Pai que está em segredo.
Toda vez que erramos, Ele sofre, e suas Partículas de Dor ficam depositadas na Essência, na Consciência. E se sabemos aproveitar, podemos, mediante estas, despertar. Na Essência estão esses dados que urgentemente estamos necessitando para nos guiarmos pela Senda do Fio da Navalha. A Essência é o guia esplêndido, que dentro temos para nos guiar, porém, desafortunadamente, está presa, encarcerada, embutida, engarrafada no Ego, no Eu, no Mim Mesmo, no Si Mesmo.
Necessitamos desenfrascar a Essência, desengarrafá-la para que possa nos guiar pelo Caminho que nos há de conduzir até a Liberação Final, e isso somente é possível, queridos irmãos, destruindo o Eu, eliminando-o, reduzindo-o a poeira cósmica. Ele é o cárcere dentro do qual está enfrascada a puríssima Essência. Destruamos as barras desse cárcere, tornemos poeira a esses muros da ignomínia, reduzamos a cinzas essa garrafa para que sejamos livres.
Libertada a Essência, poderá nos guiar pelo Caminho de Perfeição, até a liberação final. Se quisermos destruir o Ego, devemos dissolvê-lo e eliminá-lo.
Na vida prática temos o ginásio psicológico onde podemos nos descobrir, porque na relação com as pessoas, com nossos amigos, com os companheiros de trabalho, com nossos familiares etc., os defeitos que levamos escondidos afloram, e se estamos alertas e vigilantes como o vigia em época de guerra, então poderemos vê-los tal qual são, em si mesmos. Defeito descoberto, deve ser submetido à técnica da meditação, e uma vez compreendido integramente, podemos eliminá-los com a ajuda da Divina Mãe Kundalini, a serpente ígnea de nossos mágicos poderes.
Se em transe sexual, durante o Sahaja Maithuna, A invocamos de puro coração, Ela poderá nos auxiliar. Está escrito: “Pedi e se vos dará; golpeai e vos será aberto”.
Se Lhe pedimos, Ela nos dá, se golpearmos Ela nos abre. Peçamos à nossa Divina Mãe Kundalini particular, própria, de cada um de nós, que elimine de nossa psique o defeito psicológico que já tivermos compreendido a fundo em todos os territórios da mente. O resultado será extraordinário: Ela eliminará o defeito, e se continuamos assim, trabalhando incansavelmente, chegará o dia em que o Ego terá sido desintegrado radicalmente, e então a Essência ficará livre e virá o despertar.
A Consciência desperta poderá nos orientar pela Senda do Fio da Navalha, a Consciência desperta nos entregará os dados que necessitamos para nossa própria Liberação Final.
Porém, deve-se ser paciente no Trabalho, e muito severos e muito constantes, porque cada defeito é multifacético e se processa em 49 níveis do subconsciente.
Samael Aun Weor, conferência A Origem do Ego