O PERISPÍRITO
A VISÃO DO PERISPÍRITO ANTES DO ESPIRITISMO
Através das épocas mais remotas, as religiões e as filosofias procuraram um elemento fluídico ou semi-material que pudesse servir de traço de união entre o corpo físico - material, e o Espírito - quin¬tessenciado e sutil, donde resultou, para o perispírito, uma variada e complexa sinonímia.
No Egito, a mais antiga crença, a dos “começos” (5.000 a.C.) já acreditava na existência de um corpo para o Espírito, denominado "kha", que quer dizer “o duplo”. Na Índia, o livro sagrado dos Vedas refere em seus cânticos ao "Linga Sharira". Na China, Confúcio falava sobre "corpo aeriforme". Para os antigos hebreus era o "Nephesch", que le¬vava no seu íntimo o sopro Divino. Na Grécia, os filósofos adotavam variada nomenclatura para designarem o envoltório do Espírito; Pitágo¬ras - "carne sutil da alma"; Aristóteles - "corpo sutil ou corpo eté¬reo"; Hipócrates - "Eidolon".
Paracelso, precursor da Química moderna, deu-lhe o nome de "corpo astral", baseado na sua cor prateada e luminosidade própria. Para os pensadores da Escola de Alexandria, era denominado, "Astroidê", "corpo aéreo" e "veículo da alma".
Paulo em uma epístola [I Coríntios-cap 15 v.42,44] refere-se ao "corpo espiritual" ou "corpo incorruptível". Tertuliano chama-lhe de "corpo vital da alma". Santo Agostinho, São Bernardo, Santo Hilário e São Basílio, identificaram-no como invólucro da alma, "Pneuma".
A VISÃO ESPÍRITA DO PERISPÍRITO
O termo perispírito foi criado por Allan Kardec:
"Envolvendo o gérmen do fruto, há o perisperma; do mesmo modo, um substância que, por comparação, se pode chamar de perispírito, serve de envoltório ao Espírito" [Le-qst 93]
É Allan Kardec que explica ser o perispírito laço de união en¬tre a alma e o corpo físico, laço este semi-material, ou seja, de natureza intermediária entre o Espírito e o corpo físico.
Assim, podemos dizer que o homem é formado de três partes es¬senciais:
a) O corpo físico, ou seja, corpo material, análogo ao dos ani¬mais;
b) A alma, o Espírito encarnado, que tem no corpo sua habitação, o princípio inteligente, em que residem o pensamento, a vontade e o senso moral;
c) O perispírito, substância semi-material que serve de envoltório ao Espírito, ligando a alma ao corpo físico.
A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro, o Espírito conserva o segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, mas que pode tornar-se visível e mesmo tangível, como sucedem nos fenômenos das aparições.
O Dr. Encause, escritor neo-espiritualista, que foi médico e professor da Escola de Paris, sugere em [Alma Humana] uma engenhosa comparação, própria para a sua época, mas muito explicativa: o homem encarnado é comparado a uma carroça puxada por um animal. O carro da carroça, que por sua na¬tureza grosseiramente material e por sua inércia, corresponde bem ao nosso corpo físico. O cavalo seria nosso perispírito, que unido por tirantes ao carro e por rédeas ao cocheiro, move todo o sistema, sem participar da resolução da direção. O cocheiro é o Espírito, que di¬rige e orienta a direção e a velocidade. O Espírito quer, o perispí¬rito transmite, e o corpo físico executa a ordem na matéria.
O perispírito, ou corpo fluídico do Espírito, é um dos mais im¬portantes produtos do Fluido Cósmico Universal; é uma "condensação" desse fluido em torno de um foco inteligente. Sabemos que o corpo fí¬sico tem o seu princípio de origem nesse mesmo fluido, condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a "transformação mo¬lecular" se opera diferentemente, porquanto, o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. O corpo perispiritual e o corpo carnal tem, pois, origem no mesmo elemento primitivo - ambos são matéria - ainda que em dois estados diferentes.
Do meio onde se encontra, é que o Espírito extrai do Fluido Cósmico Universal o seu perispírito, dos fluidos do ambiente. Resulta daí que os elementos constitutivos do perispírito, naturalmente variam conforme o mundo.
A natureza do envoltório fluídico, está em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito: nos Espíritos puros será belo e etéreo; nos Espíritos infelizes materializado e grosseiro. O Espírito forma o seu perispírito das partes mais puras ou mais grosseiras do FCU peculiar ao mundo onde vive. Daí deduzirmos que a constituição ín¬tima do perispírito não é a mesma em todos os Espíritos encarnados ou desencarnados que formam a humanidade terrestre. Como afirma Allan Kardec:
"O perispírito passa por transformações sucessivas, tornado-se cada mais etéreo, até a depuração completa, que é a condição dos Espíritos puros."
O AROMAS NATURAIS VISA ABORDAR ASSUNTOS LIGADOS A PSICOLOGIA E TERAPIAS NATURAIS, DIVULGANDO ATIVIDADES ,CONCEITOS E TEORIAS E ABORDAGENS DENTRO DESTES ASSUNTOS. " CUIDE DA MENTE E VIVA MELHOR "
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
PERISPIRITO
O PERISPÍRITO
A VISÃO DO PERISPÍRITO ANTES DO ESPIRITISMO
Através das épocas mais remotas, as religiões e as filosofias procuraram um elemento fluídico ou semi-material que pudesse servir de traço de união entre o corpo físico - material, e o Espírito - quin¬tessenciado e sutil, donde resultou, para o perispírito, uma variada e complexa sinonímia.
No Egito, a mais antiga crença, a dos “começos” (5.000 a.C.) já acreditava na existência de um corpo para o Espírito, denominado "kha", que quer dizer “o duplo”. Na Índia, o livro sagrado dos Vedas refere em seus cânticos ao "Linga Sharira". Na China, Confúcio falava sobre "corpo aeriforme". Para os antigos hebreus era o "Nephesch", que le¬vava no seu íntimo o sopro Divino. Na Grécia, os filósofos adotavam variada nomenclatura para designarem o envoltório do Espírito; Pitágo¬ras - "carne sutil da alma"; Aristóteles - "corpo sutil ou corpo eté¬reo"; Hipócrates - "Eidolon".
Paracelso, precursor da Química moderna, deu-lhe o nome de "corpo astral", baseado na sua cor prateada e luminosidade própria. Para os pensadores da Escola de Alexandria, era denominado, "Astroidê", "corpo aéreo" e "veículo da alma".
Paulo em uma epístola [I Coríntios-cap 15 v.42,44] refere-se ao "corpo espiritual" ou "corpo incorruptível". Tertuliano chama-lhe de "corpo vital da alma". Santo Agostinho, São Bernardo, Santo Hilário e São Basílio, identificaram-no como invólucro da alma, "Pneuma".
A VISÃO ESPÍRITA DO PERISPÍRITO
O termo perispírito foi criado por Allan Kardec:
"Envolvendo o gérmen do fruto, há o perisperma; do mesmo modo, um substância que, por comparação, se pode chamar de perispírito, serve de envoltório ao Espírito" [Le-qst 93]
É Allan Kardec que explica ser o perispírito laço de união en¬tre a alma e o corpo físico, laço este semi-material, ou seja, de natureza intermediária entre o Espírito e o corpo físico.
Assim, podemos dizer que o homem é formado de três partes es¬senciais:
a) O corpo físico, ou seja, corpo material, análogo ao dos ani¬mais;
b) A alma, o Espírito encarnado, que tem no corpo sua habitação, o princípio inteligente, em que residem o pensamento, a vontade e o senso moral;
c) O perispírito, substância semi-material que serve de envoltório ao Espírito, ligando a alma ao corpo físico.
A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro, o Espírito conserva o segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, mas que pode tornar-se visível e mesmo tangível, como sucedem nos fenômenos das aparições.
O Dr. Encause, escritor neo-espiritualista, que foi médico e professor da Escola de Paris, sugere em [Alma Humana] uma engenhosa comparação, própria para a sua época, mas muito explicativa: o homem encarnado é comparado a uma carroça puxada por um animal. O carro da carroça, que por sua na¬tureza grosseiramente material e por sua inércia, corresponde bem ao nosso corpo físico. O cavalo seria nosso perispírito, que unido por tirantes ao carro e por rédeas ao cocheiro, move todo o sistema, sem participar da resolução da direção. O cocheiro é o Espírito, que di¬rige e orienta a direção e a velocidade. O Espírito quer, o perispí¬rito transmite, e o corpo físico executa a ordem na matéria.
O perispírito, ou corpo fluídico do Espírito, é um dos mais im¬portantes produtos do Fluido Cósmico Universal; é uma "condensação" desse fluido em torno de um foco inteligente. Sabemos que o corpo fí¬sico tem o seu princípio de origem nesse mesmo fluido, condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a "transformação mo¬lecular" se opera diferentemente, porquanto, o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. O corpo perispiritual e o corpo carnal tem, pois, origem no mesmo elemento primitivo - ambos são matéria - ainda que em dois estados diferentes.
Do meio onde se encontra, é que o Espírito extrai do Fluido Cósmico Universal o seu perispírito, dos fluidos do ambiente. Resulta daí que os elementos constitutivos do perispírito, naturalmente variam conforme o mundo.
A natureza do envoltório fluídico, está em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito: nos Espíritos puros será belo e etéreo; nos Espíritos infelizes materializado e grosseiro. O Espírito forma o seu perispírito das partes mais puras ou mais grosseiras do FCU peculiar ao mundo onde vive. Daí deduzirmos que a constituição ín¬tima do perispírito não é a mesma em todos os Espíritos encarnados ou desencarnados que formam a humanidade terrestre. Como afirma Allan Kardec:
"O perispírito passa por transformações sucessivas, tornado-se cada mais etéreo, até a depuração completa, que é a condição dos Espíritos puros."
A VISÃO DO PERISPÍRITO ANTES DO ESPIRITISMO
Através das épocas mais remotas, as religiões e as filosofias procuraram um elemento fluídico ou semi-material que pudesse servir de traço de união entre o corpo físico - material, e o Espírito - quin¬tessenciado e sutil, donde resultou, para o perispírito, uma variada e complexa sinonímia.
No Egito, a mais antiga crença, a dos “começos” (5.000 a.C.) já acreditava na existência de um corpo para o Espírito, denominado "kha", que quer dizer “o duplo”. Na Índia, o livro sagrado dos Vedas refere em seus cânticos ao "Linga Sharira". Na China, Confúcio falava sobre "corpo aeriforme". Para os antigos hebreus era o "Nephesch", que le¬vava no seu íntimo o sopro Divino. Na Grécia, os filósofos adotavam variada nomenclatura para designarem o envoltório do Espírito; Pitágo¬ras - "carne sutil da alma"; Aristóteles - "corpo sutil ou corpo eté¬reo"; Hipócrates - "Eidolon".
Paracelso, precursor da Química moderna, deu-lhe o nome de "corpo astral", baseado na sua cor prateada e luminosidade própria. Para os pensadores da Escola de Alexandria, era denominado, "Astroidê", "corpo aéreo" e "veículo da alma".
Paulo em uma epístola [I Coríntios-cap 15 v.42,44] refere-se ao "corpo espiritual" ou "corpo incorruptível". Tertuliano chama-lhe de "corpo vital da alma". Santo Agostinho, São Bernardo, Santo Hilário e São Basílio, identificaram-no como invólucro da alma, "Pneuma".
A VISÃO ESPÍRITA DO PERISPÍRITO
O termo perispírito foi criado por Allan Kardec:
"Envolvendo o gérmen do fruto, há o perisperma; do mesmo modo, um substância que, por comparação, se pode chamar de perispírito, serve de envoltório ao Espírito" [Le-qst 93]
É Allan Kardec que explica ser o perispírito laço de união en¬tre a alma e o corpo físico, laço este semi-material, ou seja, de natureza intermediária entre o Espírito e o corpo físico.
Assim, podemos dizer que o homem é formado de três partes es¬senciais:
a) O corpo físico, ou seja, corpo material, análogo ao dos ani¬mais;
b) A alma, o Espírito encarnado, que tem no corpo sua habitação, o princípio inteligente, em que residem o pensamento, a vontade e o senso moral;
c) O perispírito, substância semi-material que serve de envoltório ao Espírito, ligando a alma ao corpo físico.
A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro, o Espírito conserva o segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, mas que pode tornar-se visível e mesmo tangível, como sucedem nos fenômenos das aparições.
O Dr. Encause, escritor neo-espiritualista, que foi médico e professor da Escola de Paris, sugere em [Alma Humana] uma engenhosa comparação, própria para a sua época, mas muito explicativa: o homem encarnado é comparado a uma carroça puxada por um animal. O carro da carroça, que por sua na¬tureza grosseiramente material e por sua inércia, corresponde bem ao nosso corpo físico. O cavalo seria nosso perispírito, que unido por tirantes ao carro e por rédeas ao cocheiro, move todo o sistema, sem participar da resolução da direção. O cocheiro é o Espírito, que di¬rige e orienta a direção e a velocidade. O Espírito quer, o perispí¬rito transmite, e o corpo físico executa a ordem na matéria.
O perispírito, ou corpo fluídico do Espírito, é um dos mais im¬portantes produtos do Fluido Cósmico Universal; é uma "condensação" desse fluido em torno de um foco inteligente. Sabemos que o corpo fí¬sico tem o seu princípio de origem nesse mesmo fluido, condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a "transformação mo¬lecular" se opera diferentemente, porquanto, o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. O corpo perispiritual e o corpo carnal tem, pois, origem no mesmo elemento primitivo - ambos são matéria - ainda que em dois estados diferentes.
Do meio onde se encontra, é que o Espírito extrai do Fluido Cósmico Universal o seu perispírito, dos fluidos do ambiente. Resulta daí que os elementos constitutivos do perispírito, naturalmente variam conforme o mundo.
A natureza do envoltório fluídico, está em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito: nos Espíritos puros será belo e etéreo; nos Espíritos infelizes materializado e grosseiro. O Espírito forma o seu perispírito das partes mais puras ou mais grosseiras do FCU peculiar ao mundo onde vive. Daí deduzirmos que a constituição ín¬tima do perispírito não é a mesma em todos os Espíritos encarnados ou desencarnados que formam a humanidade terrestre. Como afirma Allan Kardec:
"O perispírito passa por transformações sucessivas, tornado-se cada mais etéreo, até a depuração completa, que é a condição dos Espíritos puros."
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
PRA QUE PERDOAR
O que é o Perdão?
Perdão é para você e não para o autor da afronta.
Perdão é recuperar seu poder.
Perdão é assumir a responsabilidade por como você se sente.
Perdão pode melhorar sua saúde física e mental.
Perdão é uma escolha.
Perdoar não significa que você deva mudar o seu comportamento. Se eu perdôo um amigo de quem estou afastado, não preciso voltar a ligar para ele a não ser que eu realmente queira.
Para perdoar não é preciso que você comunique verbalmente que a pessoa está perdoada. Talvez as pessoas com quem você esteja mais zangado sejam aquelas que você não pode contatar.
Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento.
Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, é ver além dos medos, neuroses e erros.
Perdoar é um modo de vida que vai nos transformando aos poucos de vítimas indefesas em poderosos e co-criadores da nossa realidade.
O que o Perdão não é:
Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade.
Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural.
Perdão não significa se reconciliar com o autor da afronta.
Perdão não significa desistir de ter sentimentos.
Perdão é para você e não para o autor da afronta.
Perdão é recuperar seu poder.
Perdão é assumir a responsabilidade por como você se sente.
Perdão pode melhorar sua saúde física e mental.
Perdão é uma escolha.
Perdoar não significa que você deva mudar o seu comportamento. Se eu perdôo um amigo de quem estou afastado, não preciso voltar a ligar para ele a não ser que eu realmente queira.
Para perdoar não é preciso que você comunique verbalmente que a pessoa está perdoada. Talvez as pessoas com quem você esteja mais zangado sejam aquelas que você não pode contatar.
Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento.
Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, é ver além dos medos, neuroses e erros.
Perdoar é um modo de vida que vai nos transformando aos poucos de vítimas indefesas em poderosos e co-criadores da nossa realidade.
O que o Perdão não é:
Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade.
Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural.
Perdão não significa se reconciliar com o autor da afronta.
Perdão não significa desistir de ter sentimentos.
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